A história da AESA começa com a mudança na história da vida de quem a criou, quando a família de Ronald Tkotz, vinda da Alemanha, chega ao Brasil em 1932.
No norte do Paraná, os Tkotz ajudam a criar uma cidade, Nova Danzig. A Segunda Guerra Mundial começa, o Brasil declara a Alemanha seu país inimigo e a cidade ganha o nome de Cambé. Um dos sinais da Guerra, a escassez de combustível, era contornada pelo trabalho de Ronald Tkotz com a fabricação de gasogênios para os veículos na oficina de seu pai. A esta altura o envolvimento da família Tkotz com a comunidade é tão intenso que atravessa o tempo e continua na AESA na forma de ações de Responsabilidade Social.
Em 1950, observando a constante quebra de molas dos veículos que circulavam na região em estradas de terra em meio a mata virgem, Ronald Tkotz começa a pensar no que anos depois seria a AESA.
Assim, nesse mesmo ano nasce a Fábrica de Molas Blacksmith, longe de fornecedores de matéria-prima e afastada dos grandes centros.
Em 1961, Ronald Tkotz inaugura oficialmente a Automolas Equipamentos S.A. já com a conquista de ser a quinta maior fábrica de molas do Brasil.
Nessa época, além da produção de molas semielípticas, a Automolas atendia diretamente o consumidor com vendas de balcão e um posto de troca de molas que trabalhava 24 horas.
Na década de 70, a AESA começa a diversificar sua produção passando a produzir também Pinos de Centro, Grampos e mais tarde Expanders para bicicletas.
Ainda nessa década, a AESA inaugura o setor de Trefila de Barras e inova na criação de um diferencial com valor agregado, até então desconhecido em seu segmento de mercado: o lançamento de produtos em embalagem própria.
Em 1980, a AESA que não para de crescer, complementa sua linha de acessórios com Pinos de Olhete e Travas, Pinos de Balança e Hastes para fixação de telhas. O acabamento de vários acessórios ganha como aliado um moderno processo de galvanoplastia e fosfatização construído pela AESA.
Enquanto o mundo assiste ao final dos anos oitenta, a AESA continua a construir sua história numa nova unidade fabril.
Na década de 90, o Brasil abre suas fronteiras para a vinda de produtos do exterior e a AESA importa máquinas de conformação a frio, que dão a partida em sua produção de parafusos para o setor moveleiro. Logo, outros produtos como os Pinos de Centro e os Expanders começam a ser fabricados com essa tecnologia.
Como parte dos constantes investimentos no aperfeiçoamento contínuo de todos os setores da produção, figura a educação e treinamento dos funcionários, que os prepara e profissionaliza para proporcionar produtos com qualidade máxima e altos níveis de satisfação do cliente.
Além do crescimento e reconhecimento no Brasil, a AESA já havia conquistado a confiança do mercado internacional, para o qual exporta há mais de 30 anos. Hoje, seus produtos chegam a mais de dez países da América Latina, além da Nigéria, na África.
O século XXI chegou e com ele uma nova fase na AESA. Movida pelo objetivo de transformar a ideia de Responsabilidade Ambiental em ações efetivas, a AESA implementou diversos processos orgânicos e limpos, buscando a diminuição progressiva do nível de resíduos. Também incentivou a coleta seletiva e a reciclagem do lixo dentro da fábrica.
A AESA não deixou que sua meta de evolução visível ficasse restrita aos negócios e atravessou o tempo incentivando o crescimento profissional de seus funcionários, estimulando o desenvolvimento da sua comunidade, apoiando e patrocinando movimentos culturais, sociais e esportivos através de projetos como a criação do site cultural-educativo Aldeia Numaboa e do site da Orquestra de Câmara Solistas de Londrina.
Novas tecnologias foram adquiridas pela AESA, que em uma parceria com o Núcleo de Manufatura Avançada (NUMA) da USP de São Carlos, passou a se preparar para a automação de toda a fábrica.
Dentre as inovações em equipamentos e processos estavam a tecnologia avançada em conformação de materiais, o shot peening, a pré-carga, o tratamento térmico a gás com controle eletrônico e a arqueadeira com controle numérico computadorizado.
Em 2005, a AESA conquista a certificação ISO 9001:2000 de seu sistema de gestão da qualidade, moderniza sua logomarca, muda-se para uma nova sede e fortalece ainda mais os laços com seus clientes.
A AESA chega em 2010 desenvolvendo projetos sociais, arrecadando roupas e alimentos para distribuir a instituições de caridade, incentivando a doação de sangue e montando kits escolares com o dinheiro resultante da coleta do lixo reciclável recolhido na empresa e dos eventos das festas julinas beneficentes.
Além de contribuir com a sociedade, a AESA passa a participar das mais importantes feiras nacionais e internacionais, cria contatos, e fortalece a marca. Nessa década, os produtos da AESA passaram a ser vendidos para toda a América do Sul. Além disso, também há exportações e negociações com empresas europeias, africanas e asiáticas, esse foi um importante passo para apresentar ao mundo o que a AESA tem para oferecer.
Também vale ressaltar as parcerias tecnológicas ocorridas nessa década, das quais podemos enfatizar as parcerias em produção de grampos a nível global com a McCoy Bolt Works Inc. de Chicago EUA e a Frauenthal Automotive Ltd. da Áustria. Esses avanços tecnológicos e em qualidade nos elevaram ao nível das principais montadoras do Brasil, destacando o fornecimento para a KLL e Scania do Brasil. Com orgulho elencamos os principais avanços tecnológicos desta década dentro da AESA: Magnaflux, Plasma, Indutores de aquecimento, Têmpera por polímero e Linha de tratamento térmico elétrica alimentada por placas solares.
Além dos projetos de responsabilidade social e expansão de negócios, a AESA utilizou a expertise de seus colaboradores para o desenvolvimento de processos sustentáveis, focados na utilização de energia elétrica renovável do mercado livre. É nessa década que a AESA passa a produzir grampos de fixação sustentáveis, e também implementa o sistema de gestão ambiental certificado pela ISO 14001.
A empresa também passa a ser administrada pelos irmãos Bearzi à partir de 2016, simplifica processos e investe nos conceitos de gestão e controle como Lean Manufacturing, VDA 6.3 e 6 Sigma.
A AESA se firma como pioneira na sustentabilidade industrial ao ser a primeira empresa do mundo a implementar o biometano em processos metalúrgicos. O combustível 100% renovável diminuiu consideravelmente a pegada de carbono da AESA, e abriu caminho para novas parcerias, criou e cultivou os talentos da empresa, e proporcionou uma expansão da planta como nunca antes vista.
Dentre as novas parcerias da AESA, se destacam universidades e outros institutos de pesquisa, que agora fazem parte do dia à dia da empresa, pesquisando e implementando soluções sustentáveis na indústria automotiva.
Além do desenvolvimento de projetos sustentáveis, a AESA também começa a implementação da Indústria 4.0 e robotização em seus processos de fabricação, garantindo a rastreabilidade e a qualidade de seus produtos.
Na segunda década do milênio, a AESA cria o Conselho Consultivo se apresenta como uma indústria social e ambientalmente consciente, e à frente de seu tempo. A empresa conquista prêmios de inovação, prêmios de sustentabilidade do SESI e prêmios do Fórum Mundial de Economia Circular.
NOSSA
Política da Qualidade
A AESA se compromete a:
A AESA mais perto de você
A AESA tem representantes em diversos estados do Brasil prontos para atendê-lo, fornecendo molas e artefatos produzidos com alto nível de tecnologia e rigoroso controle de qualidade.





